A Doença de Alzheimer
A Doença de Alzheimer é a forma mais comum de Demência, constituindo cerca de 50% a 70% de todos os casos.
Esta doença atinge atualmente mais
de 36 milhões de pessoas em todo o mundo. Segundo dados da Organização Mundial
da Saúde (OMS), até 2050, este número deverá triplicar.
O que é a Doença de Alzheimer?
A Doença de Alzheimer é um tipo de
demência que provoca uma deterioração global, progressiva e irreversível de
diversas funções cognitivas (memória, atenção, concentração, linguagem,
pensamento, entre outras).
Esta deterioração tem como consequências alterações no comportamento, na personalidade e na capacidade funcional da pessoa, dificultando a realização das suas atividades de vida diária.
O nome desta doença deve-se a Alois Alzheimer, médico alemão que em 1907, descreveu pela primeira vez a doença.
À medida que as células cerebrais vão sofrendo uma redução, de tamanho e número, formam-se tranças neurofibrilhares no seu interior e placas senis no espaço exterior existente entre elas. Esta situação impossibilita a comunicação dentro do cérebro e danifica as conexões existentes entre as células cerebrais. Estas acabam por morrer e isto traduz-se numa incapacidade de recordar a informação.
Esta deterioração tem como consequências alterações no comportamento, na personalidade e na capacidade funcional da pessoa, dificultando a realização das suas atividades de vida diária.
O nome desta doença deve-se a Alois Alzheimer, médico alemão que em 1907, descreveu pela primeira vez a doença.
À medida que as células cerebrais vão sofrendo uma redução, de tamanho e número, formam-se tranças neurofibrilhares no seu interior e placas senis no espaço exterior existente entre elas. Esta situação impossibilita a comunicação dentro do cérebro e danifica as conexões existentes entre as células cerebrais. Estas acabam por morrer e isto traduz-se numa incapacidade de recordar a informação.
Deste modo, conforme a Doença de
Alzheimer vai afetando as várias áreas cerebrais vão-se perdendo certas funções
ou capacidades.
Em termos neuropatológicos, a Doença
de Alzheimer caracteriza-se pela morte neuronal em determinadas partes do
cérebro, com algumas causas ainda por determinar.
O aparecimento de tranças fibrilhares e placas senis impossibilitam a comunicação entre as células nervosas, o que provoca alterações ao nível do funcionamento global da pessoa.
O aparecimento de tranças fibrilhares e placas senis impossibilitam a comunicação entre as células nervosas, o que provoca alterações ao nível do funcionamento global da pessoa.
Quais são os sintomas?
Nas fases iniciais, os sintomas da
Doença de Alzheimer podem ser muito subtis. Todavia, começam frequentemente por
lapsos de memória e dificuldade em encontrar as palavras certas para objetos do
quotidiano.
Estes sintomas agravam-se à medida que as células cerebrais vão morrendo e a comunicação entre estas fica alterada.
Estes sintomas agravam-se à medida que as células cerebrais vão morrendo e a comunicação entre estas fica alterada.
Outros sintomas característicos:
Dificuldades
de memória persistentes e frequentes, especialmente de acontecimentos recentes;
Apresentar um discurso vago durante as conversações;
Perder entusiasmo na realização de atividades, anteriormente apreciadas;
Demorar mais tempo na realização de atividades de rotina;
Esquecer-se de pessoas ou lugares conhecidos;
Incapacidade para compreender questões e instruções;
Deterioração de competências sociais;
Imprevisibilidade emocional.
Consoante as pessoas e as áreas cerebrais afetadas, os sintomas variam e a doença progride a um ritmo diferente. As capacidades da pessoa podem variar de dia para dia ou mesmo dentro do próprio dia, podendo piorar em períodos de stress, fadiga e problemas de saúde. No entanto, o certo é que vai existir uma deterioração ao longo do tempo.
Apresentar um discurso vago durante as conversações;
Perder entusiasmo na realização de atividades, anteriormente apreciadas;
Demorar mais tempo na realização de atividades de rotina;
Esquecer-se de pessoas ou lugares conhecidos;
Incapacidade para compreender questões e instruções;
Deterioração de competências sociais;
Imprevisibilidade emocional.
Consoante as pessoas e as áreas cerebrais afetadas, os sintomas variam e a doença progride a um ritmo diferente. As capacidades da pessoa podem variar de dia para dia ou mesmo dentro do próprio dia, podendo piorar em períodos de stress, fadiga e problemas de saúde. No entanto, o certo é que vai existir uma deterioração ao longo do tempo.
A Doença de Alzheimer é progressiva e degenerativa !
Existe algumas formas de se poder prevenir , sabendo que Alzheimer por enquanto ainda não tem cura , por isso mesmo é melhor tentar evitar , seja com anti-oxidantes ou com exercicios mentais que façam o cerebo ficar mais activo .
Mas falando em anti-oxidantes sabe-se que existem alguns mais beneficos que outros.
Quero aqui falar de um ,o extrato de grainha de uva .
Quais os seus Beneficios ?
Os benefícios do extrato de grainhas de uva
são bem conhecidos e bem identificados. É um dos mais potentes antioxidantes
conhecidos, cerca de 50 vezes mais potente do que a vitamina E ou C. Atua como
um antialérgico natural e anti-inflamatório. Fortalece as artérias mais
minúsculas, os capilares, que são importantes para aqueles que sofrem de
diabetes ou de uma condição pré-diabética. Finalmente, foi mostrado que o
extrato de grainhas de uva atravessa a barreira hematoencefálica, e
assim pode prevenir o stress oxidativo no cérebro, olhos e nervos.
Muito se tem falado a cerca da suplementação com vitaminas e minerais , segundo alguns estudos , sabe-se que actualmente a nossa alimentação não é a mais adequada , e que ao longo do tempo o nosso organismo vai recebendo menos nutrientes e logo ai se começa a dar a falencia de algumas células ,que ao longo do tempo vai desencadeando o processo oxidativo .
Por isso mesmo se recomenda a suplementação , sendo uma das formas de nutrimos o organismo e o possamos optimizar, no sentido da prevenção .

